Ação especial do Outubro Rosa
Em ação do Outubro Rosa, o Fundo Social de Mogi das Cruzes promoveu nesta semana a entrega de flores a pacientes em tratamento oncológico, acompanhadas de cartões motivacionais. As visitas ocorreram no Centro Oncológico, na terça-feira (14/10), e no Instituto de Oncologia, na quarta-feira (15/10), levando afeto, acolhimento e esperança a quem enfrenta a luta contra o câncer.
Cada flor veio acompanhada de um cartão escrito à mão por servidores municipais, com mensagens de apoio, força e solidariedade. Assim, o gesto simbólico buscou proporcionar conforto emocional e lembrar que amor e empatia também fazem parte do processo de cura.
Apoio da comunidade e parceiros
As flores foram doadas pela distribuidora Qualiflores, a pedido do Amigo do Fundo Social, Fred Mello, que também participou pessoalmente da entrega aos pacientes oncológicos.
A presidente do Fundo Social, Maira Cusatis, destacou a importância da iniciativa. “O Correio Solidário demonstra que o carinho transforma. Cada flor e cada mensagem escrita à mão carrega amor, fé e esperança. Saber que há pessoas torcendo umas pelas outras faz toda a diferença, especialmente neste mês de conscientização sobre prevenção e solidariedade”, afirmou.
Impacto nos pacientes
A ação integra a programação do Outubro Rosa, mês dedicado à conscientização, prevenção e apoio às mulheres em tratamento contra o câncer de mama. Além disso, continuará com novas entregas ao longo das próximas semanas. Com o lema “Mais do que flores, uma rede de carinho”, o Fundo Social reforça seu compromisso de promover iniciativas que unem empatia, solidariedade e cuidado com o próximo.
Os pacientes elogiaram a iniciativa. Yara Ferraz Caldarone, 72 anos, afirmou: “Receber esse carinho nos dá forças para seguir em frente”. Cleide Lucia Oliveira de Jesus, 54, destacou: “É um incentivo em um momento em que ficamos tão debilitadas”. Michele Giovanini, 46, acrescentou: “Só tenho a agradecer pela dedicação e pelo olhar que recebemos com este gesto de carinho”.
Outros pacientes também reforçaram o impacto. Clemente Delfino, 88, disse: “É uma força importante para enfrentarmos as dificuldades do tratamento”. William Tanida, 54, completou: “É um ato de apoio e acolhimento que faz diferença na vida dos pacientes”.

