Patrulha Maria da Penha leva palestras e orientações sobre direitos
A Guarda Civil Municipal de Poá ampliou, durante o Mês da Mulher, as ações do projeto Maria Vai à Escola. Por meio da Patrulha Maria da Penha, a corporação realiza palestras, atividades educativas e encontros comunitários em diferentes pontos de Poá.
A iniciativa busca estimular o debate sobre os direitos das mulheres, além de prevenir a violência doméstica. Ao mesmo tempo, os agentes orientam a população sobre canais de denúncia e mecanismos de proteção.
Escolas e espaços comunitários recebem atividades
As equipes da GCM promovem as atividades em escolas municipais e estaduais, bem como em instituições públicas e espaços comunitários da cidade.
Entre as unidades que já receberam o programa estão as EMEBs Estância Hidromineral de Poá e Professora Josefina Costa Calderaro.
Com essas ações, a corporação pretende aproximar a comunidade das políticas de proteção às mulheres. Além disso, os agentes apresentam informações claras sobre direitos, prevenção e formas de denunciar casos de violência.
Encontros abordam tipos de violência e medidas protetivas
Durante as palestras, os agentes da GCM explicam os diferentes tipos de violência contra a mulher, como:
- violência física
- violência patrimonial
- violência moral
- violência psicológica
- violência sexual
Além disso, os profissionais detalham o ciclo da violência doméstica e apresentam os direitos garantidos às vítimas antes e depois do registro da ocorrência.
As atividades também incluem orientações sobre medidas protetivas previstas em lei e sobre os caminhos para buscar ajuda em casos de agressão ou ameaça.
Para ampliar o diálogo, os encontros contam com rodas de conversa, nas quais estudantes, moradores e trabalhadores podem tirar dúvidas e compartilhar reflexões.
Conscientização fortalece prevenção à violência
De acordo com a coordenadora da Patrulha Maria da Penha de Poá, Kelly Aparecida Pedro, a intensificação das ações em março reforça a importância do diálogo com a população.
“A conscientização é fundamental para prevenir a violência contra a mulher. Quando dialogamos com adolescentes, jovens e com toda a população, reforçamos o respeito aos direitos humanos e ajudamos a construir uma cultura de igualdade e proteção”, afirmou.
A coordenadora também destacou que o Mês da Mulher representa uma oportunidade para fortalecer a rede de informação e apoio.
“Neste mês intensificamos as atividades para ampliar o alcance das orientações. Muitas mulheres ainda não identificam os sinais da violência ou desconhecem os caminhos para buscar ajuda. Nosso trabalho leva informação, acolhimento e mostra que elas não estão sozinhas”, completou.

