domingo, março 8, 2026
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Ribeirão Pires cria primeira Sala Sensorial da rede municipal para atender pessoas com autismo

A Prefeitura de Ribeirão Pires implantou a primeira Sala Sensorial da rede municipal de saúde. O espaço funciona na Unidade de Saúde da Família (USF) Parque Aliança e atende pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA).

O projeto piloto busca tornar consultas, exames e procedimentos mais confortáveis para pacientes neurodivergentes. O ambiente foi planejado para reduzir estímulos e diminuir situações de ansiedade durante o atendimento.

Espaço adaptado para acolhimento

A sala possui brinquedos, elementos sensoriais e uma área de conforto. Esses recursos ajudam na regulação emocional e facilitam o atendimento realizado pelas equipes de saúde.

Além disso, o espaço incentiva a interação e fortalece o vínculo entre pacientes, familiares e profissionais da unidade.

Projeto piloto pode chegar a outras unidades

Segundo o secretário de Saúde, Luiz Carlos Perlatti, a iniciativa permitirá avaliar o impacto do ambiente sensorial no atendimento.

A prefeitura pretende acompanhar os resultados do projeto. Também vai ouvir profissionais da saúde e famílias atendidas. A partir dessa experiência, o município poderá ampliar o modelo para outras unidades da rede.

Famílias aprovam a iniciativa

A moradora Ana Paula Rosa de Almeida, mãe de duas crianças com autismo, relatou que o novo espaço trouxe mais tranquilidade durante os atendimentos.

Ela frequenta a unidade há cinco anos e acredita que a sala sensorial fará diferença na rotina da família.

Segundo Ana Paula, seu filho ficava muito agitado durante as consultas. Com o novo ambiente, ele consegue ficar mais calmo, o que facilita o atendimento médico.

Ambiente ajuda na regulação emocional

A psicóloga da Atenção Básica de Ribeirão Pires, Daniele Olivares, explicou que a sala foi pensada para apoiar pacientes com autismo e outras condições neurodivergentes.

De acordo com a especialista, o espaço ajuda a reduzir estímulos excessivos e promove a autorregulação emocional.

Com isso, o paciente se sente mais seguro no ambiente de saúde e consegue compreender melhor seus sentimentos durante o atendimento.

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