
Uma juíza de 34 anos morreu após complicações registradas depois de um procedimento de reprodução assistida em Mogi das Cruzes. O caso é investigado pela polícia como morte suspeita e morte acidental.
A magistrada Mariana Francisco Ferreira realizou uma coleta de óvulos para fertilização in vitro em uma clínica especializada. No entanto, após receber alta, começou a sentir fortes dores e sensação de frio.
Além disso, a paciente apresentou hemorragia vaginal e precisou retornar à unidade médica. Dessa forma, recebeu os primeiros atendimentos antes de ser transferida para a maternidade.
Juíza morre após fertilização e caso é investigado
Após o agravamento do quadro, Mariana foi encaminhada para uma unidade hospitalar e levada à UTI. No dia seguinte, passou por cirurgia.
Entretanto, o estado de saúde evoluiu de forma grave. A juíza sofreu duas paradas cardiorrespiratórias e morreu na manhã desta quarta-feira (6).
A Polícia Civil investiga se houve complicações inerentes ao procedimento ou eventual falha no atendimento médico.
Tribunal decreta luto após morte da juíza
O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul lamentou a morte da magistrada e decretou luto oficial de três dias.
Além disso, a Associação dos Juízes do Rio Grande do Sul divulgou nota de pesar, destacando a trajetória profissional da juíza.
Segundo o tribunal, Mariana atuava na Vara Criminal da Comarca de Sapiranga desde 2023.
Clínica se manifesta sobre morte da juíza
A clínica Invitro Reprodução Assistida afirmou que prestou atendimento emergencial imediato e encaminhou a paciente para continuidade do tratamento hospitalar.
Além disso, informou que todo procedimento médico possui riscos e intercorrências possíveis, mesmo seguindo protocolos técnicos.

