
Programação abordou a Lei Maria da Penha e temas como bullying, cyberbullying e pedofilia
O Departamento da Mulher de Suzano, ligado à Secretaria Municipal de Governo, promoveu palestras sobre violência contra a mulher em parceria com o Serviço Social da Indústria (Sesi). As atividades ocorreram na terça e na quinta-feira (25 e 27), no auditório da instituição, no Jardim Imperador.
Ao todo, 732 alunos participaram da programação. Os encontros abordaram a eficácia da Lei Maria da Penha (Lei Federal nº 11.340/2006). Além disso, os estudantes conheceram instrumentos disponíveis no município para combater a violência contra as mulheres.
A programação também tratou de temas relacionados à proteção de crianças e adolescentes. Entre eles estavam bullying, cyberbullying e pedofilia.
Atividades reuniram centenas de estudantes
Na terça-feira (25), foram realizadas três palestras. Cada encontro reuniu cerca de 120 estudantes.
Já na quinta-feira (27), outras duas apresentações reuniram 372 jovens. As atividades ocorreram a convite do Sesi.
A programação foi conduzida pela coordenadora do Departamento da Mulher de Suzano, Maria Margarida Mesquita. Ela também preside a Comissão da Mulher Advogada da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de Suzano.
Além disso, Margarida é responsável pela Sala Rosa da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Suzano.
Orientação ajuda a prevenir situações de violência
Durante os encontros, os estudantes receberam orientações sobre direitos e mecanismos de proteção. Dessa forma, a iniciativa busca ajudar os jovens a reconhecer situações de violência.
A programação também reforçou a importância do respeito nas relações. Além disso, destacou os impactos de práticas como bullying e cyberbullying.
“Falar sobre violência, respeito e os mecanismos de proteção desde cedo é fundamental para formar uma sociedade mais consciente. Nosso objetivo é orientar os jovens para que saibam identificar situações de violência, conheçam seus direitos e também entendam a importância de combater práticas como o bullying e o cyberbullying”, afirmou Margarida.
A ação amplia o acesso dos estudantes a informações sobre proteção e prevenção. Por isso, atividades educativas como essas podem contribuir para a construção de relações mais respeitosas e para o combate à violência contra a mulher.
