O Consórcio de Desenvolvimento dos Municípios do Alto Tietê e Região (CONDEMAT+) formalizou sua adesão à Carta Coletiva “Mulheres pelo Clima e Biodiversidade: Propostas para a COP30 e Agendas Locais”. O documento foi elaborado pelo Diretório ANAMMA – MULHERES e contou com o apoio do consórcio durante os debates dos Fóruns Brasil de Gestão Ambiental (FBGA) 2025, realizados em Holambra e Campinas (SP).
Dessa forma, o CONDEMAT+ reafirma seu compromisso com políticas climáticas que valorizam o protagonismo feminino e a justiça ambiental.
Diretrizes para equidade e sustentabilidade
A carta apresenta diretrizes importantes, incluindo:
- Garantir justiça climática com equidade de gênero.
- Promover participação paritária nas decisões sobre políticas ambientais.
- Incentivar financiamento climático com enfoque de gênero.
- Desenvolver cidades resilientes e inclusivas.
- Valorizar a agricultura familiar e saberes tradicionais.
- Implementar educação climática que fortaleça a liderança feminina.
Essas ações são pensadas para que a COP30 avance em igualdade de gênero, promovendo decisões climáticas mais inclusivas.
Representatividade do CONDEMAT+ na ANAMMA
A coordenadora da Câmara Técnica de Gestão Ambiental e Sustentabilidade do CONDEMAT+, Solange Wuo, também diretora de Meio Ambiente de Suzano e secretária executiva da ANAMMA SP, é co-autora do documento. Ela esteve presente nos FBGA e integrou o painel “Direito Ambiental e Compliance: Aspectos Normativos e Legais como Instrumentos de Regulação”, realizado em maio.
Além disso, a secretária de Meio Ambiente e Recursos Naturais de Poá, Claudete Canadá, representa o CONDEMAT+ na ANAMMA, fortalecendo a participação feminina nas decisões ambientais.
Compromisso com justiça climática e igualdade de gênero
Segundo Solange Wuo, a assinatura da carta demonstra o compromisso do CONDEMAT+ com políticas climáticas que incluem o protagonismo feminino. “Esta carta nasce da união de mulheres que conhecem a realidade dos territórios e entendem que a justiça climática só será possível quando a equidade de gênero estiver presente nas decisões. É um chamado para que a COP30 reconheça e amplifique essas vozes”, destacou.

