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SP: vítimas de estupro coletivo foram atraídas por convite para soltar pipa

A Polícia Civil de São Paulo investiga um caso de estupro coletivo em São Paulo que vitimou duas crianças, de 7 e 10 anos, na comunidade União de Vila Nova, na zona leste da capital. Os suspeitos atraíram as vítimas com o pretexto de soltar pipa.

A polícia prendeu um homem de 21 anos em Brejões, na Bahia, e deve transferi-lo para São Paulo. Além disso, agentes apreenderam três adolescentes, com idades entre 14 e 16 anos. Um quarto envolvido segue foragido.

Investigação do estupro coletivo em São Paulo

O crime aconteceu no dia 21 de abril. A polícia recebeu a denúncia no dia 24, após a irmã de uma das vítimas procurar ajuda.

A delegada responsável afirmou que moradores pressionaram a família para não registrar a ocorrência. Mesmo assim, os responsáveis procuraram a polícia e deram início à investigação.

Os suspeitos, que conheciam as vítimas, usaram um convite para empinar pipa como forma de aproximação. Depois, eles registraram imagens do crime e compartilharam o material por aplicativos de mensagens, o que aumentou a repercussão do caso.

Prisões e apreensões

A polícia identificou o principal suspeito como Alessandro Martins dos Santos e realizou a prisão fora do estado. Ele deve responder por estupro de vulnerável e outros crimes.

As autoridades também responsabilizarão os adolescentes envolvidos, conforme prevê a legislação. Enquanto isso, equipes seguem na busca por mais um suspeito.

Apoio às vítimas

A Prefeitura de São Paulo retirou as vítimas e seus familiares da comunidade e garantiu acolhimento.

Equipes do Conselho Tutelar acompanham os casos e oferecem suporte social. Um dos meninos seguiu para acolhimento institucional com irmãos menores. A outra criança permanece com a família em local protegido.

Continuidade das investigações

A polícia analisa aparelhos celulares e coleta depoimentos para concluir o inquérito. Após essa etapa, o caso seguirá para o Ministério Público.

As autoridades reforçam a importância da denúncia em casos de violência. A população pode acionar o Disque 100 ou ligar para 190 em situações de emergência.

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