O mosquito maruim em Santa Catarina tem provocado transtornos em moradores de Ilhota, no Vale do Itajaí. Mesmo com temperaturas próximas dos 30°C, muitas pessoas passaram a se proteger com roupas compridas dentro de casa para evitar as picadas.
O inseto, pequeno e quase imperceptível, causa irritação intensa na pele e levanta preocupação por conta do risco de transmissão de doenças.
Mosquito maruim em Santa Catarina provoca irritação e risco à saúde
Conhecido cientificamente como Culicoides paraensis, o maruim mede cerca de três milímetros e é significativamente menor que o mosquito da dengue.
A picada provoca coceira, ardência e desconforto. Além disso, especialistas alertam para o risco de transmissão da febre do Oropouche, doença com sintomas semelhantes aos da dengue, como dor de cabeça, dores no corpo, náusea e diarreia.
Proliferação do maruim ocorre em ambientes úmidos
A reprodução do mosquito maruim acontece principalmente em locais com matéria orgânica em decomposição.
Áreas como mangues, brejos e regiões úmidas favorecem o desenvolvimento das larvas. Além disso, atividades agrícolas, como o cultivo de banana e arroz, contribuem para a proliferação do inseto.
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Mosquito maruim em Santa Catarina afeta rotina e bem-estar
Com o aumento da infestação, moradores relatam mudanças no dia a dia. Muitos evitam sair de casa ou adaptam a rotina para fugir dos horários de maior incidência do inseto.
Quando a população do mosquito cresce, o risco de transmissão de patógenos também aumenta, segundo especialistas.
Prefeitura adota medidas contra o avanço do maruim
A Prefeitura de Ilhota informou que já iniciou medidas para combater o problema. O município segue em processo de contratação de empresa especializada para atuar no controle do inseto.
Além disso, fatores climáticos e ambientais têm contribuído para o aumento da infestação, o que exige ações contínuas de monitoramento e combate.
Mosquito maruim em Santa Catarina exige atenção da população
Autoridades reforçam a importância de medidas preventivas, como evitar áreas com água parada e matéria orgânica acumulada.
Assim, o mosquito maruim em Santa Catarina segue como um desafio para moradores e gestores públicos, exigindo ações conjuntas para reduzir os impactos na saúde e na qualidade de vida.

